Contratos e promessas na configuração das relações pessoais
DOI:
https://doi.org/10.22187/rfd2025n59a1Palavras-chave:
contratos, promessas, relações pessoais, autonomia, valor intrínseco, valor instrumental, coordenação, cooperaçãoResumo
O trabalho trata da função dos contratos e das promessas na gestão de nossas relações pessoais. Para tanto, analisa criticamente a tradição do contrato como promessa, com base nas teorias de Charles Fried e Dori Kimel. Após apresentar as principais teses de cada autor, o texto expõe algumas das dificuldades enfrentadas por essas teorias para dar conta do fenômeno contratual. O artigo culmina sugerindo que tanto as promessas quanto os contratos cumprem funções importantes de coordenação, cooperação e socialização, mas somente os contratos permitem que nos relacionemos com os outros em iniciativas coletivas altamente complexas. Essa possibilidade amplia significativamente a autonomia pessoal, de um modo que as promessas e outros arranjos informais não conseguem
igual.
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- 2026-02-25 (3)
- 2026-02-19 (2)
- 2025-05-20 (1)
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